O Batman precisa de um RG?

Recentemente o Batman tentou obter um RG em uma unidade do Poupatempo de Sorocaba (SP), mas não conseguiu por ter se negado a remover sua máscara para a fotografia do pretendido documento. Mas, afinal, o Batman precisa de um RG? E o que é e para que serve esse documento?

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Operação Lava Jato, delação premiada e Suíte Bourbon 1407

A Operação Lava Jato é a maior investigação sobre corrupção e lavagem de dinheiro da história do Brasil. Graças à delação premiada, foi descoberto o envolvimento de diversos agentes em um imenso esquema criminoso de corrupção envolvendo o alto escalão da Petrobras (o "petrolão"). Ainda assim, o instituto sofre diversas críticas. A mais inusitada delas é a música Suíte Bourbon 1407, uma referência ao hotel onde se hospedam os advogados dos presos pela Operação.

O custo do Pé na Cova

"A sua tristeza é a nossa alegria" é o lema dos personagens do seriado Pé na Cova, série que narra as desventuras de uma família nada ortodoxa, dona da Funerária Unidos do Irajá ("FUI"), no subúrbio carioca. Entretanto, a partida de um ente querido costuma trazer tristezas às pessoas que com ele se relacionavam. Sua existência cessa, para fins de direitos e deveres, com a própria morte, segundo o art. 6º do Código Civil, o que não obsta a sobrevida de efeitos jurídicos relativos ao falecido, bem como aos que ficam. Neste post expresso minha indignação com os custos da morte no que tange à integridade dos restos mortais, os quais merecem tanto respeito após a vida quanto durante sua existência como pessoa natural.

O bem “imóvel” de Up

Quando o Sr. Carl Fredericksen maneja o transporte de sua casa com o auxílio de balões para outra localidade, sem destruí-la, esta não perde sua condição de bem imóvel, ainda que esteja em movimento pelos céus. É o que nos ensina o Código Civil.

Flash, corra das marginais!

Flash, o homem mais rápido do mundo, quando se move em supervelocidade, parece-lhe que todo resto está parado. Mas não precisamos ser um velocista super-humano para experimentarmos essa sensação. Basta (tentar) dirigir nas marginais dos rios Tietê e Pinheiros da capital paulista nos horários de rush: o tempo para. Imagine essa sensação agora que as velocidades máximas permitidas nas marginais diminuiu. Reflexo da preocupação municipal com vítimas de acidentes de trânsito? Tenho minhas dúvidas.